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Ferramentas

Looking Glass

Tela: /admin/lg

Objetivo

Consultar rotas BGP em tempo real a partir dos roteadores integrados ao RR Flow.

Looking Glass

Pré-requisitos

  • É necessário ter pelo menos uma fonte com peers BGP disponíveis para consulta.

Como usar

  1. Acesse Ferramentas > Looking Glass.
  2. Escolha o tipo de consulta na barra superior.
  3. Selecione o Roteador ou mantenha Todos os roteadores.
  4. Preencha o campo Valor quando o tipo de consulta exigir entrada manual.
  5. Clique em Pesquisar.
  6. No caso de Consulta, revise o bloco Rotas por roteador.
  7. No caso de Prefixos mais longos, revise a tabela paginada e use a busca local quando necessário.
  8. Compare prefixo, peer, next-hop, comunidades, origem e caminho AS antes de concluir a análise.

Campos e opções

  • Tipos de consulta: definem como a busca será feita.

    • Consulta: busca direta por domínio, IP ou prefixo.
    • Prefixos mais longos: lista rotas mais específicas dentro de um prefixo informado.
    • Comunidade: busca rotas que contenham a comunidade informada.
    • Comunidade L.: busca por comunidade grande.
    • ASN origem: busca rotas cujo ASN de origem corresponde ao valor informado.
    • ASN trânsito: busca rotas em que o ASN aparece no caminho AS.
    • ASN direto: busca rotas em que o ASN está diretamente adjacente ao peer.
    • RPKI inválido: lista rotas marcadas como inválidas no estado RPKI.
  • Roteador:

    • permite restringir a consulta a um roteador específico.
    • Em Todos os roteadores, a tela agrega o retorno disponível de todas as fontes aptas para Looking Glass.
  • Valor:

    • é o campo principal da busca.
    • O tipo aceito muda conforme a aba:
    • Consulta: domínio, IP ou prefixo
    • Prefixos mais longos: prefixo IPv4 ou IPv6
    • Comunidade: valor no formato asn:nn
    • Comunidade L.: valor no formato asn:nn:nn
    • ASN origem, ASN trânsito e ASN direto: ASN, com ou sem o prefixo AS
    • Em RPKI inválido, o campo não é necessário.
  • Pesquisar:

    • executa a consulta de acordo com o tipo escolhido, o valor preenchido e o roteador selecionado.
  • Consulta:

    • quando o tipo escolhido é Consulta, a tela mostra o prefixo encontrado e o bloco Rotas por roteador.
    • Esse bloco é o mais útil para comparar como cada roteador está vendo a mesma rota.
  • Rotas por roteador:

    • agrupa o retorno por equipamento e por caminho.
    • Em cada rota, a tela pode mostrar:
    • Prefixo
    • RPKI
    • Peer
    • ID do Roteador
    • Next Hop
    • Comunidades
    • Comunidades estendidas
    • Comunidades grandes
    • Caminho AS
    • Best
    • Origem
    • Local Preference
    • MED
    • Age
    • A marca Best indica o melhor caminho selecionado naquele roteador.
  • Mais específicos:

    • no resultado de Consulta, o botão Mais específicos reaproveita o prefixo encontrado para abrir a visão de Prefixos mais longos.
  • Prefixos mais longos:

    • exibe uma tabela com paginação, ordenação e busca local.
    • As colunas principais são:
    • RPKI
    • Rede
    • Next Hop
    • Métrica
    • LocPrf
    • Peso
    • Comunidade
    • Origem
    • Caminho
  • Busca local:

    • no modo Prefixos mais longos, o campo de busca acima da tabela filtra apenas o resultado já carregado na tela.

Validação

  • O Roteador selecionado deve aparecer na lista de consulta.
  • O tipo de consulta deve alterar o comportamento esperado do campo Valor.
  • A consulta deve retornar dados coerentes com o roteamento atual do roteador selecionado.
  • A marca Best e o estado RPKI devem ser compatíveis com a rota mostrada.
  • Em Prefixos mais longos, a tabela deve refletir o prefixo pesquisado e a busca local deve filtrar apenas os resultados exibidos.

Problemas comuns

  • Roteador ausente: revisar se a fonte possui peer BGP configurado para Looking Glass.
  • Sem retorno: validar o tipo de consulta, o valor informado e se a rota realmente existe no roteador selecionado.
  • Prefixo inválido em Prefixos mais longos: revisar a máscara informada.
  • Domínio sem resultado fora de Consulta: busca por domínio só faz sentido no modo Consulta.
  • Resultado inesperado: confirmar se a busca foi feita no roteador correto e se há diferença de rota entre peers.
  • Comunidades ou caminho AS incompletos: o peer consultado pode não estar entregando todos os atributos esperados.

Ping e Traceroute

Tela: /admin/ping-traceroute

Objetivo

Executar ping contínuo e traceroute a partir do host do RR Flow para validar alcance, latência e caminho até um destino.

Ping e Traceroute

Pré-requisitos

  • O host do RR Flow precisa ter conectividade até o destino testado.

Como usar

  1. Acesse Ferramentas > Ping e Traceroute.
  2. Informe o IP ou domínio.
  3. Escolha IPv4 ou IPv6.
  4. Clique em Executar.
  5. Revise a linha Resolvido para para confirmar o destino efetivamente consultado.
  6. No bloco Ping, acompanhe latência, jitter, perda e o gráfico temporal.
  7. No bloco Traceroute, revise os hops e compare perda, média, melhor e pior tempo por salto.
  8. Use Parar quando quiser encerrar a execução contínua.

Campos e opções

  • IP ou domínio: destino da consulta.
  • IPv4 / IPv6: define a família usada no teste.
  • Executar: inicia ping e traceroute.
  • Resolvido para: mostra o IP final usado na consulta.
  • Ping: bloco de monitoramento contínuo com:
    • Latência: tempo atual de resposta.
    • Méd: média da latência observada.
    • Jitter: variação entre respostas.
    • Perda: percentual de perda de pacotes.
    • MTU: valor de MTU observado no teste.
    • Gráfico: evolução da latência ao longo do tempo.
    • Rodapé: total enviado, recebido e perda acumulada.
  • Traceroute: tabela por salto com:
    • Último, Méd, Melhor e Perda no resumo superior.
    • Hop: IP ou nome do salto.
    • Enviado, Último, Méd, Melhor e Pior por linha.
  • Parar: interrompe a execução em andamento.

Validação

  • O destino precisa aparecer em Resolvido para ou responder diretamente pelo IP informado.
  • A seleção IPv4 ou IPv6 deve ser respeitada na execução.
  • O bloco Ping deve atualizar continuamente enquanto o teste estiver ativo.
  • O Traceroute deve listar os hops compatíveis com o caminho até o destino.

Problemas comuns

  • Sem resolução: validar DNS ou testar com IP direto.
  • Sem resposta: revisar rota, ACL, firewall ou indisponibilidade do destino.
  • IPv6 falhando: revisar conectividade IPv6 do host e do alvo.
  • Perda em hop intermediário: comparar com os hops seguintes antes de concluir falha real.
  • Latência instável: repetir o teste e comparar com outro ponto de medição.

Scanner

Tela: /admin/scanner

Objetivo

Escanear portas TCP a partir do host do RR Flow para validar serviços expostos em um IP, domínio ou prefixo pequeno.

Scanner

Pré-requisitos

  • O host do RR Flow precisa alcançar o destino testado.

Como usar

  1. Acesse Ferramentas > Scanner.
  2. Informe IP ou domínio.
  3. Clique em Executar.
  4. Se quiser repetir a leitura, use Rescanear.
  5. Ative Portas personalizadas quando precisar restringir o teste a portas específicas.
  6. Revise a tabela Scanner para confirmar quais portas responderam.

Campos e opções

  • IP ou domínio: alvo da varredura.
  • Executar: inicia o scan.
  • Portas personalizadas: habilita o uso de uma lista manual de portas.
  • Rescanear: repete a leitura no mesmo alvo.
  • Indicador de execução: mostra o estado da rodada, como Concluído.
  • Scanner: tabela de resultado com:
    • IP: endereço respondente.
    • Porta: porta identificada.
    • Proto: protocolo testado.
    • Status: estado retornado, como PORTA ABERTA.
    • Serviço: identificação do serviço associado, como HTTP ou HTTPS.
    • Tempo: tempo de resposta do teste.

Validação

  • O alvo deve resolver ou responder a partir do host do RR Flow.
  • Portas abertas devem aparecer na tabela com protocolo, serviço e tempo.
  • Ao usar Portas personalizadas, o resultado deve refletir apenas as portas consultadas.

Problemas comuns

  • Sem retorno: validar DNS, conectividade ou filtro no caminho.
  • Resultado parcial: revisar firewall, ACL ou limitação no alvo.
  • Serviço não identificado: a porta pode responder sem fingerprint claro do serviço.
  • Divergência entre leituras: repetir com Rescanear e comparar o tempo de resposta.

Análise DNS

Tela: /admin/dns-analysis

Objetivo

Consultar registros DNS e aprofundar a investigação com testes auxiliares.

Análise DNS

Pré-requisitos

  • Usuário autenticado com acesso a Ferramentas.
  • Resolução DNS funcional no servidor.

Como usar

  1. Acesse Ferramentas > Análise DNS.
  2. Informe o Domain.
  3. Selecione o tipo de registro.
  4. Execute a consulta.
  5. Use os modais auxiliares de Ping, Traceroute e Scanner quando necessário.

Campos e opções

  • Domain
  • A
  • AAAA
  • MX
  • NS
  • TXT

Validação

  • O domínio deve retornar os registros esperados.
  • A troca do tipo de registro deve alterar o conteúdo consultado.
  • Os testes auxiliares devem usar o mesmo contexto da consulta.

Problemas comuns

  • Sem resolução: validar domínio e DNS do servidor.
  • Resposta incompleta: revisar propagação DNS.
  • Resultado divergente: comparar com resolvedor externo.

Consulta RDAP

Tela: /admin/rdap

Objetivo

Consultar registros RDAP para IP, ASN ou domínio e revisar o objeto retornado em formato estruturado e JSON.

Consulta RDAP

Pré-requisitos

  • O host do RR Flow precisa ter acesso ao serviço RDAP consultado.

Como usar

  1. Acesse Ferramentas > Consulta RDAP.
  2. Em Tipo, escolha IP, ASN ou Domínio.
  3. Preencha Valor e clique em Consultar.
  4. Revise o bloco Resumo para validar identificação, status, datas, URL RDAP e cache.
  5. Expanda Entidades quando precisar ver contatos e papéis associados.
  6. Consulte Eventos e Links para validar histórico e referências.
  7. Abra JSON bruto quando precisar revisar o retorno original ou copiar trechos.

Campos e opções

  • Tipo: define o tipo da consulta.
  • Valor: dado pesquisado, conforme o tipo escolhido.
  • Consultar: executa a busca.
  • Resumo: consolida os principais dados do objeto consultado.
    • Consulta: valor pesquisado.
    • Coletado em: data e hora da coleta.
    • URL base RDAP e URL RDAP: endpoint usado e objeto retornado.
    • Handle, Nome, Status, Classe do objeto e Última alteração: identificação principal do registro.
    • Registro, País, CIDR / intervalo e Informações de ASN: dados complementares do objeto.
    • Cache: indica se a resposta veio de cache ou consulta direta.
  • Entidades: lista contatos e papéis associados ao objeto.
  • Eventos: histórico do registro, como criação e alteração.
  • Links: referências externas relacionadas ao objeto.
  • JSON bruto: resposta original em JSON.
    • Mostrar JSON: expande o conteúdo.
    • Filtro: filtra termos no JSON exibido.
    • Copiar JSON: copia o retorno bruto.

Validação

  • O Tipo precisa ser compatível com o valor pesquisado.
  • O bloco Resumo deve bater com o conteúdo de JSON bruto.
  • Eventos e Links devem corresponder ao objeto retornado.
  • O indicador de Cache deve refletir a origem da resposta.

Problemas comuns

  • Consulta sem retorno: validar conectividade externa e o valor informado.
  • Resultado inesperado: confirmar se o Tipo escolhido corresponde ao dado pesquisado.
  • Campo ausente no resumo: alguns objetos RDAP não retornam todos os atributos.
  • Cache antigo: repetir a consulta e validar se a resposta foi atualizada.

Consulta IRR

Tela: /admin/irr

Objetivo

Consultar prefixos anunciados por um ASN e revisar o resumo retornado pela base IRR configurada.

Consulta IRR

Pré-requisitos

  • ASN conhecido para consulta.

Como usar

  1. Acesse Ferramentas > Consulta IRR.
  2. Preencha Pesquisar ASN.
  3. Clique em Pesquisar.
  4. Revise o bloco ASN e os cards de resumo.
  5. Na tabela Prefixos anunciados, valide prefixo, geolocalização e período observado.
  6. Use Exportar TXT quando precisar extrair a lista retornada.

Campos e opções

  • Pesquisar ASN: ASN usado na consulta.
  • Pesquisar: executa a busca.
  • Origem da base: indica a fonte usada na consulta, como stat.ripe.net.
  • ASN: identifica o ASN consultado e o nome associado.
  • Total de prefixos: total consolidado retornado pela consulta.
  • IPv4 / IPv6: distribuição de prefixos por família.
  • Janela de consulta: referência temporal do dado apresentado.
  • Cache: indica se o retorno veio de cache ou consulta direta.
  • Exportar TXT: exporta a lista de prefixos.
  • Prefixos anunciados: tabela de resultado com:
    • Prefixo: bloco anunciado.
    • Geo: país associado ao prefixo.
    • Primeira ocorrência: primeiro momento observado na base.
    • Última ocorrência: observação mais recente.
    • Busca e paginação: refinam a navegação pela lista.

Validação

  • O ASN consultado deve retornar nome e prefixos coerentes com a base IRR.
  • O Total de prefixos deve ser compatível com a listagem exibida.
  • A divisão IPv4 / IPv6 deve refletir o conjunto retornado.
  • A Janela de consulta e o Cache devem ser coerentes com a atualização esperada.

Problemas comuns

  • ASN sem retorno: validar o ASN pesquisado e a disponibilidade da base.
  • Prefixos divergentes: comparar com outra fonte IRR ou com a política atual do ASN.
  • Resultado antigo: revisar o estado de Cache e repetir a consulta.
  • Lista muito grande: usar busca, paginação ou Exportar TXT.

Busca AS

Objetivo

Pesquisar rapidamente ASNs pelo número ou pelo nome da organização usando o cache ASN local carregado pelo RR Flow.

Busca AS

Como usar

  1. Acesse Ferramentas > Busca AS.
  2. Digite um ASN, como 15169 ou 15169, quando quiser localizar um registro exato.
  3. Digite parte do nome da organização, como FACE, para listar ASNs relacionados.
  4. Clique em Pesquisar ou aguarde a busca automática.
  5. Revise a tabela de resultados com AS, Nome e País.

Campos e opções

  • Termo de busca: aceita ASN ou trecho do nome da organização.
  • Pesquisar: executa a consulta manualmente.
  • Resultados: tabela com:
    • AS: número do sistema autônomo encontrado.
    • Nome: organização associada ao ASN no cache local.
    • País: bandeira e identificação no formato [ISO] Nome do país.
  • Busca por nome:
    • exige pelo menos 2 caracteres.
    • retorna até 100 resultados por consulta.
  • Registros especiais:
    • quando o cache usar ZZ, a tela identifica o item como Interno / Técnico e não mostra bandeira.

Validação

  • Um ASN exato deve retornar o número correto e o nome associado no cache.
  • Uma busca por nome deve listar apenas ASNs cujo nome contenha o trecho pesquisado.
  • O campo País deve mostrar bandeira para ISOs válidos e tratamento especial para ZZ.

Problemas comuns

  • Sem resultado para nome curto: digite pelo menos 2 caracteres.
  • Resultado ausente para ASN conhecido: revisar se o cache geo foi atualizado corretamente.
  • Muitos resultados: refinar a busca usando mais caracteres do nome da organização.
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